geralmente observo em mim uma inquietação constante e uma necessidade de escoar cá para fora tudo o que corre cá dentro. mas ultimamente não, observo em mim uma ansiedade que me deixa feliz, que me torna irrequieta, que me atormenta de noite e de dia mas como um bom tormento, como se tudo o que corresse cá dentro agora tivesse um sitio certo para onde ir. O escoamento é orgânico mas desta vez são mais os nutrientes do que a cebola brava que me faz chorar.
sinto-me bem mas não quero pensar muito sobre isso, sabe melhor quando me perco e me deixo ir. muitas mãos me ajudam mas desta vez, a minha também tem força para se deixar ir.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
hard.candy
estranhas formas de perdoar.
estranhas formas de sentir.
como é acordar e ver que o sonho já não mora dentro de nós? que o que ficou foi a recordação?
a doce melancolia com o travo a café queimado.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
toneladas
já não sei para onde vou, o que quero ser, como o ser.
já não acredito que consigo.
já não sei o porquê.
mas sei com quem quero ir.
nós é que criamos o nosso mundo, mas eu não sou apenas a soma das minhas experiências, os outros influenciam-me e eu não consigo fugir disso.
sinto-me constantemente presa dentro de um circulo, como um labirinto e em que tenho de trabalhar com o objectivo final de existir uma recompensa. mas o suor também tem o seu limite.
tudo tem o seu limite.
e se eu não souber lidar com isto?
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
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